Casas de sonho à medida dos portugueses estão a chegar ao mercado

Imagine um apartamento novinho a estrear, onde não faltam varandas panorâmicas, área específica para o teletrabalho e quartos todos em suite. Fora de casa, mas ainda no prédio, um jardim privativo só para residentes bem como uma sala multiusos que pode ser um local para celebrar os aniversários das crianças ou uma área de cowork para quem não se consegue concentrar a trabalhar em casa. Uma casa de sonho ajustada aos tempos de pandemia e que caracteriza bem o produto novo que começa agora a surgir no mercado, a preços para a classe média/média alta nacional.

 

Nos Jardins Efanor, em Matosinhos, os preços das casas começam nos 150 mil euros
Localizado em Matosinhos, no epicentro de uma série de projetos Sonae (como o Norte Shopping ou o Porto Business School), o empreendimento Jardins Efanor tem já em fase de finalização o primeiro edifício (de vários que vão ser construídos num total de 400 casas) com 62 apartamentos e preços a partir dos 150 mil euros para os T0. Cerca de 75% já foram vendidos, a maioria em plena pandemia.

“Não sentimos qualquer impacto negativo devido à atual situação, bem pelo contrário… Tendo em conta as características do projeto, atualmente muito valorizadas, como as varandas de 28 m2 ou os 28.000 m2 de área verde privativa, temos registado ainda mais procura”, conta Sandro Mota Oliveira, CEO da Invest&Co, empresa especializada na gestão e promoção de ativos imobiliários e que está a fazer a coordenação dos Jardins Efanor, um empreendimento do promotor Prédios Privados que adquiriu os terrenos à Sonae.

Com o ritmo de vendas a encorajar o investimento, a empresa prepara-se para lançar o segundo edifício em breve. “Ainda estamos a definir as tipologias mas este segundo edifício vai ter mais 145 unidades e contamos arrancar com a construção a meio deste ano. Acreditamos que o mercado vai continuar a ter interesse neste tipo de produto”, reforçou ainda o responsável da Invest&Co, acrescentando que os portugueses representam 80% das vendas do primeiro edifício.

Hotéis reconvertidos em habitação

A menos de meia hora de distância de Matosinhos, mais especificamente em Gaia, o grupo Fortera, de capitais israelitas, vai lançar o Skyline, um projeto misto que incluirá um hotel (com mais de 200), um edifício residencial com mais de 50 unidades e ainda zona de escritórios e comércio, num investimento global de 80 milhões a aplicar durante os próximos dois anos. Mas não só. Ainda envolto em algum secretismo está um outro mega-projeto, também em Gaia, direcionado para o mercado nacional. “Iremos dar mais pormenores em breve, mas este projeto terá perto de 350 apartamentos e está localizado não muito longe do SkyLine, estando todo ele destinado à classe média”, adianta Elad Dror, CEO da Fortera, referindo que o metro quadrado será vendido a 3200€/m2, aproximadamente.

O grupo tem estado imparável desde que chegou a Portugal e em cerca de cinco anos já investiu cerca de 200 milhões de euros em uma dezena de projetos, todos a norte, entre o Porto, Gaia, Espinho e Braga. Em nenhum deles, garante Elad Dror, foi sentido o efeito da pandemia nas vendas, após o desconfinamento.

“A maioria dos nossos projetos não são localizados em centros históricos, nem são destinados a turistas por isso não sentimos esse impacto. Quando resolvemos investir em Portugal e no Norte, a nossa estratégia sempre foi focada no mercado médio e local e não necessariamente nos investidores, apesar de termos alguns. Não nos quisemos especializar em nenhum outro mercado pois conhecemos este muito bem”, diz o CEO da Fortera.

Ainda que mais residual, o grupo chegou, contudo, a reservar na sua carteira de investimentos dois imóveis, um no Porto e outro em Braga, que dada a sua localização central, tinham como destino o mercado hoteleiro. Mas a pandemia trocou as voltas para já a esse plano dada a crise que se vive agora nesse setor.

“Temos em Braga um edifício, o Convento de Braga, que comprámos para criar uma unidade hoteleira e acabámos por replanear –será mais ‘service apartment’ (com 70 unidades) e menos hotel. E no Porto temos outro projeto, também com cerca de 70 apartamentos, que foi no último minuto, também reconvertido em residencial”, diz o gestor israelita.

E tal como aconteceu com a Fortera, são cada vez mais os promotores que fazem contas à vida em relação aos seus projetos hoteleiros.

“O turismo vai demorar mais um bocado a recuperar e alguns promotores pedem-nos a nossa ajuda para transformar os seus projetos em apartamentos para vender ou para integrar no modelo ‘Built to Rent’, ou seja, o investidor não vende mas arrenda todos as unidades daquele imóvel e vive das yields (taxa de rentabilidade). Há cada vez mais projetos deste tipo a surgir”, diz Patrícia Barão, da JLL, lembrando um estudo feito recentemente pela consultora e que dá conta de diversos projetos deste tipo que irão colocar no mercado de arrendamento cerca de 3.000 novas casas, a custos controlados, nos próximos cinco anos.

Para arrendar ou vender, certo é que o setor habitacional assente na construção está cada vez mais focado nos portugueses. Resta saber quão resiliente será este mercado enquanto durar a pandemia.

 

Visão – Jardins Efanor

Está a nascer `uma cidade’ de €250 milhões entre o Porto e Matosinhos.

Uma enorme varanda de onde se veem os filhos a brincar no parque, a escola a poucos metros de distância e o emprego do outro lado da rua. Toda a vida num bairro a que os arquitetos, chamam edge city, um conceito que envolve residências com escolas, lojas, escritórios e hospitais na vizinhança. Uma cidade dentro da cidade. A primeira destas edge city está a nascer na Senhora da Hora, em Matosinhos, num investimento de 250 milhões de euros, implantado num terreno de ll hectares, onde dois hectares são um parque verde que surge virado às varandas dos apartamentos.
A Senhora da Hora é um centro urbano que foi sempre uma periferia do Porto e de Matosinhos e nunca teve um plano de urbanização consistente que permitisse uma visão de conjunto”, destaca a arquiteta Andrea Soutinho, que, com o pai, o falecido arquiteto Aleino Soutinho, desenhou parte da recuperação urbanística da Efanor. Um projeto que começou em 2007, quando a velha fábrica de carrinhos de linhas em Matosinhos foi demolida e
para o local foi projetado um condomínio de luxo com 700 apartamentos, dois hotéis, um edifício de escritórios, uma escola de negócios e um colégio.

Um hotel de cinco estrelas Passados 13 anos, o projeto que inicialmente foi da Sonae e que entretanto foi vendido à Grandavenue por €30 milhões, está a ser desenvolvido pela Invest & Co, empresa que reformulou o projeto e já concluiu o primeiro bloco. O novo projeto prevê agora 10 edifícios, em que 60% da área será atribuída ao segmento residencial — 400 apartamentos — e os restantes 40% serão de comércio e serviços.

Para a zona, está também prevista a construção de uma unidade hoteleira, que vai ocupar um terreno abandonado junto ao NorteShopping. Os Jardins Efanor são um dos maiores projetos imobiliáriosdo país. “Aproveitam a visão de conjunto, pensados com as novas tendências de urbanis-
mo, com acesso a todo o tipo de valências, desde a residência, trabalho, saúde, comércio ou educação. O que faz deles uma edge city”, explica Andrea Soutinho. O investimento resulta de um dos acionistas da construtora portuguesa Telhabel, associado a capital espanhol e suíço. “O plano permitirá recuperar uma área suburbana, colada ao Porto, que irá resolver constrangimentos com o crescimento da freguesia, o reordenamento do trânsito e tornando mais saudável a vida de milhares de pessoas”, salienta Andrea Soutinho. Com uma nova centralidade em Matosinhos, boas acessi-
bilidades e a proximidade de serviços e de escolas, “é um conceito urbano, pensado na envolvência, com generosas áreas verdes e destinado a fa- mílias”, acrescenta. Quanto à aposta nos espaços verdes càda vez mais necessários devido à pandemia, Sandro Mota Oliveira, administrador executivo da Invest & Co., diz que “constatamos uma elevada procura por espaços ao ar livre”.

Ver notícia na íntegra -> Expresso.

Imobiliário verde e sustentável: pandemia acelera tendências e dá impulso a novos padrões de procura

A sustentabilidade da construção já não é apenas bandeira, mas sim uma necessidade e uma condição para se fazerem mais e melhores negócios.

Numa altura em que as questões ambientais e a pegada ecológica estão cada vez mais presentes na vida das pessoas e das empresas, a sustentabilidade assume-se como fator decisivo, também, na construção e imobiliário. Querem-se projetos energeticamente mais eficientes e construções de melhor qualidade – e em alguns casos estes requisitos já não são apenas uma necessidade, mas uma condição para o negócio. A pandemia veio acelerar estes desafios, com evidência na procura de casas com áreas exteriores e interiores maiores, e numa nova realidade em que os espaços verdes e ao ar livre se tornaram no “santo graal” dos tempos de confinamento.

Como é que as empresas estão a responder a estes desafios? Qual a importância da sustentabilidade nos projetos imobiliários? E como é que o setor se está a adaptar às mudanças? O terceiro webinar TEKSIL 2020, promovido pela Tektónica – Feira Internacional de Construção e Obras Públicas e pelo Salão Imobiliário de Portugal (SIL), realizado esta terça-feira, dia 30 de junho de 2020, e dedicado ao tema “A Construção e Imobiliário Verde e Sustentável”, juntou vários players do setor para discutir estas e outras questões, contando com o apoio do idealista/news.pt.

Sustentabilidade desde o momento “zero”

Mas como é que, na prática, se pode garantir que um projeto é sustentável? O gestor volta a dar o exemplo de Tróia em que, por exemplo, aquando da demolição das duas torres, no início do projeto, 95% dos materiais foram aproveitados na nova construção.

Na prática, o vetor sustentabilidade tem de estar presente desde o início da promoção imobiliária, “através das certificações atribuídas, dos materiais e equipamentos utilizados”, tal como explica também Sandro Oliveira, CEO da InvestCo – que tem em desenvolvimento, no Porto, o Jardins da Efanor, um dos maiores projetos atualmente em curso no país. Segundo o responsável, o “passo” da sustentabilidade tem de ser dado num momento muito embrionário do projeto, na fase de arquitetura, projetista, e que “esse pensamento tem de ser transveral, numa vertente estética, de mobilidade, custo, e construção”, de formas a dar garantias aos clientes sobre o produto habitacional que estão a comprar.

Notícia na íntegra – Idealista – Jardins Efanor

Jardins Efanor

Um dos maiores projectos imobiliários do país termina primeiro edifício

 

É um dos maiores projectos imobiliários em construção em Portugal. Fica no Norte do país, em Matosinhos e mesmo em tempo de pandemia as obras continuam. Nos Jardins Efanor, o promotor imobiliário Grandavenue72 vai investir cerca de 250 milhões de milhões de euros até 2025. Em 2017, a Grandavenue72 à Prédios Privados, um dos activos de maior valor no portefólio imobiliário da Sonae Capital, pelo valor de 30 milhões de euros. Cabe à Invest&Co promover e coordenar todo o desenvolvimento e entrega do projecto chave na mão, nos segmentos empresarial e particular.

Em entrevista ao Diário Imobiliário, Sandro Oliveira, CEO da InvestCo, admite que sentirão em alguns segmentos, o impacto decorrente da pandemia. Apesar de não saber as verdadeiras consequências, acredita que o produto e o país irão continuar a atrair investidores.

        
 

Notícia na íntegra no Diário do Imobiliário.

A nova cidade que vai nascer junto ao NorteShopping

Um ano depois de ter comunicado que pagou 30 milhões de euros à Sonae Capital para ficar com a Prédios Privados, a Grandavenue 72 revela agora o projeto imobiliárioque pretende desenvolver no chamado loteamento da Efanor: até 2025, a sociedade liderada por Pedro Couto, da Telhabel – que inclui também os investidores Gonzalo Alvargonzalez Figaredo (espanhol) e Daniel Klein (suíço) quer ali construir uma cidade, dentro da cidade de Matosinhos. Para isso compromete-se a investir 250 milhões de euros, na totalidade.

Este novo projeto de 105.000 metros quadrados (m2) – que contempla 10 edifícios, em que 60% da área será direcionada ao segmento residencial com 400 apartamentos e 40% ao setor terciário, estando também prevista a construção de uma unidade hoteleira – visa dar utilização a uma extensa área abandonada, situada junto ao NorteShopping, para onde o falecido líder da Sonae, Belmiro de Azevedo, chegou a idealizar um complexo imobiliário que foi congelado nos anos de crise.naquela que designa a primeira Edge City

Aquela que se designa como primeira Edge City de Portugal “é seguramente o maior projeto imobiliário em curso no Norte e talvez no País e queremos que os Jardins Efanor sejam um espaço privilegiado de coliving e coworking, seguindo as novas tendências de urbanismo, enquanto espaço moderno com acesso a todo o tipo de valências, desde a residência, trabalho, saúde, o shopping, a educação, o hipermercado”, refere Pedro Barros Rolo, partner da Invest&Co, empresa responsável pela coordenação do projeto.

 

Invest&Co

Metade do Edifício Delfim Pereira da Costa já está reservado

O mega projeto Jardins Efanor, segundo é contado por esta empresa em comunicado, encontra-se em fase de pré-venda, estando já 50% dos imóveis reservados. Até final do primeiro trimestre de 2020, estarão disponíveis mais de 60 apartamentos tipologia T3 e T4.

Estes primeiros 62 apartamentos, tal como avançou o idealista/newsem agosto, correspondem ao Edifício Delfim Pereira da Costa, iniciado em final de 2009 e que estava integrado no condomínio residencial Efanor – um projeto da Sonae que previa a construção de 700 frações, mas que ficou inacabado por causa da crise.

 

Invest&Co

Além de manter a designação – dada em homenagem ao empresário fundador da Empresa Fabril do Norte (Efanor), que a Telhabel decidiu manter – o Edifício Delfim Pereira da Costa mantém também o projeto de arquitetura da autoria de Alcino Soutinho, que faleceu a 24 de novembro de 2013.

O edifício, de r/chão e quatro pisos, com quatro entradas independentes, apresenta agora “várias propostas de habitação”. “Desde os T0, T2, T3 – com áreas de 156 m2 (exemplo de fração no piso 3, bloco B) – e T4 – com 196 m2 (piso 3, bloco A) –, algumas com um micro-office, ou em duplex, com piscina e terraço, na cobertura”, destaca a brochura atual.

Os preços das frações vão desde os 476 mil euros, no caso dos T3, e dos 599 mil euros, no caso dos T4, apresentando preços médios de cerca de 3.000 euros por m2 (300.000 euros por 100 m2).

 

Invest&Co

Grandavenue investe 250 milhões em projeto em Matosinhos

A Grandavenue está a construir o “Jardins Efanor”, um mega projeto que incluirá 400 apartamentos, uma residência sénior, uma universitária, um hotel e um centro empresarial.

Em Matosinhos vai nascer a primeira cidade dentro de uma cidade. Parece confuso, mas quando o projeto ficar concluído será mais fácil de perceber. Isto porque a Grandavenue vai investir 250 milhões de euros até 2025 no “Jardins Efanor”, um mega projeto com 120.000 metros quadrados que incluirá serviços, comércio, hotelaria e zona residencial. E metade dos apartamentos já estão reservados.

Em 2017, a Grandavenue comprou este lote com cerca de 104.000 metros quadrados à Sonae Capital, na altura pagou 30 milhões de euros pelo ativos de maior valor do portefólio imobiliário da empresa. Mas, tal como avançou o Expresso (acesso pago), o investimento total vai ser bastante mais elevado. A ideia é construir a primeira edge city do país e a localização escolhida foi Matosinhos.

Maquete do projeto residencial Jardins EfanorD.R.

O projeto já está em pré-venda e será 60% residencial, num total de 400 apartamentos. Até ao final do primeiro trimestre de 2020 estarão disponíveis mais de 60 apartamentos T3 e T4, sendo que 50% já estão reservados, adiantou a Grandavenue, em comunicado.

Além disso, 40% será de serviços: ao centro comercial NorteShopping, ao supermercado Continente e ao colégio Efanor vão juntar-se uma residência sénior, uma residência de estudantes, um hotel e um centro empresarial (que já está ativo).

“Este é o nosso maior projeto imobiliário no qual respeitaremos todo o legado deixado pela família Azevedo, através da sua Fundação [o projeto já tinha sido pensado por Belmiro de Azevedo]. Queremos que os Jardins Efanor sejam um espaço de coliving e coworking com uma qualidade de vida superior“, diz Pedro Rolo, CEO da Invest&Co, empresa que ficará responsável pelo projeto.

“Com cerca de 50.000 metros quadrados de zona verde, seguem as novas tendências de urbanismo, enquanto área privilegiada assente nos conceitos de mobilidade e sustentabilidade”, remata.

Eco Sapo Online – Jardins Efanor

Novo dono vai investir 250 milhões na construção da cidade de Belmiro de Azevedo

Chama-se “Jardins Efanor” o projeto imobiliário que vai nascer nos terrenos conhecidos por “Loteamento Efanor”, por se situar numa área em tempos ocupada pela fábrica onde Belmiro de Azevedo (falecido há dois anos) começou a trabalhar e que esteve na génese do império Sonae, dando até o nome à “holding” da família Azevedo.

Um ano depois do anúncio da aquisição do loteamento à Sonae Capital por 30 milhões de euros, a sociedade Grandavenue72 anunciou esta segunda-feira, 11 de novembro, que vai investir, até 2025, cerca de 250 milhões de euros na “maior cidade dentro de uma cidade em Portugal”, como descreve o projeto que irá, finalmente, dar utilização a uma extensa área abandonada, situada junto ao NorteShopping, em Matosinhos, para onde Belmiro de Azevedo chegou a idealizar um complexo imobiliário que foi congelado nos anos de crise.

A desenvolver numa área total de 120 mil metros quadrados, o “Jardins Efanor” incluirá serviços, comércio, hotelaria e zona residencial (60% do total) com 400 apartamentos.

“Este é o nosso maior projeto imobiliário no qual respeitaremos todo o legado deixado pela família Azevedo, através da sua fundação. Queremos que os Jardins Efanor sejam um espaço de ‘coliving’ e ‘coworking’ com uma qualidade de vida superior. Com cerca de 15 mil metros quadrados de zona verde, seguem as novas tendências de urbanismo enquanto área privilegiada assente nos conceitos de mobilidade e sustentabilidade”, refere Pedro Rolo, CEO da Invest&Co, empresa responsável pela gestão do projeto, em comunicado.

De acordo com a Invest&Co, o projeto Jardins Efanor “encontra-se em fase de pré-venda, estando já 50% dos imóveis reservados”, prevendo que, “até ao final do primeiro trimestre de 2020, estarão disponíveis mais de 60 apartamentos de tipologia T3 e T4”.

Estes primeiros 62 apartamentos correspondem ao Edifício Delfim Pereira da Costa, iniciado em final de 2009, que estava integrado no condomínio residencial Efanor, projeto da Sonae que previa a construção de 700 frações, mas que ficou inacabado.

Delfim Pereira da Costa foi o fundador da Efanor (Empresa Fabril do Norte).

Com os preços a rondarem os três mil euros por metro quadrado, um T3 (156 m2, varanda de 20 m2 e garagem privada) custa 475 mil euros, chegando aos 670 mil euros se tiver piscina na cobertura.

Trata-se do primeiro projeto a avançar de um conjunto de seis edifícios previstos.

A promotora deste complexo imobiliário, a Grandavenue72, é detida pela família Couto, dona da Telhabel, e dois investidores internacionais – o suíço Daniel Klein, dono da imobiliária Geonosis, e o espanhol Gonzalo Alvargonzalez Figaredo, membro de uma das famílias mais poderosas de Espanha e que detém o grupo marítimo-portuário Ership.

Jornal de Negócios – Jardins Efanor

A cidade de Belmiro de Azevedo volta a crescer na velha Efanor

Apresenta-se como o maior projeto imobiliário do Norte do país. São 105.000 metros quadrados de área bruta de construção acima do solo, mais 50.000 metros quadrados de jardins, prontos a absorver um investimento de €250 milhões da Grand Avenue até 2025. O objetivo é dar “uma nova vida” à cidade que o empresário Belmiro de Azevedo (1938-2017) desenhou para os terrenos da Efanor, a fábrica que marcou a sua estreia no mundo do trabalho, antes de assumir a liderança da Sonae, e deu nome à holding da família Azevedo.

“Vamos desenvolver um projeto mix-use, com uns oito edifícios para habitação, escritórios, hotel, residências sé­nior e de estudantes, co-living/co-working”, diz ao Expresso Pedro Couto, administrador da Telhabel e um dos sócios da empresa que comprou o ativo histórico da Sonae há um ano, por €30 milhões.”

Expresso Online – Jardins Efanor